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Existe um paradoxo no mercado de saúde brasileiro: as marcas que mais investem em identidade visual são as que mais sofrem para mantê-la em escala.
A BP é um caso exemplar. Fundada em 1859 por imigrantes portugueses, a instituição passou 166 anos construindo uma identidade que rompe com todos os clichês do setor. Roxo e laranja no lugar de azul e branco. Tom vivaz no lugar de tom clínico. Fotografias de calor humano e diversidade brasileira no lugar de imagens de stock internacionais.

Essa diferenciação é um ativo estratégico. Ela também é um problema operacional.
Bancos de imagem genéricos entregavam o oposto do que a BP precisava: fotos de stock internacionais, sem representação da diversidade brasileira, sem os tons vibrantes da paleta BP, sem o calor humano que a marca construiu como diferencial. O time buscava, adaptava no Photoshop, tentava aproximar aquele visual genérico do brandbook. O resultado raramente era BP de verdade.
E havia sempre o risco que o time descreve com precisão:

O problema não era falta de recurso para produzir — era a inexistência de uma fonte que entregasse o DNA BP de forma consistente, em volume, com a brasilidade e o calor humano que a identidade da marca exige. As imagens que os bancos ofereciam não tinham cara de brasileiras e não criavam conexão com a realidade brasileira.
O custo desse ciclo era duplo: horas consumidas em execução adaptativa — buscar o que não existe, tratar o que não serve — e uma identidade visual que, mesmo bem construída, ficava refém das limitações de quem produzia o visual de entrada. O que sobrava para estratégia e plano de comunicação era o que sobrava depois de tudo isso.
A BP não procurava uma ferramenta para gerar mais imagens. Procurava uma forma de gerar imagens que ninguém confundiria com outra marca.
Essa distinção é fundamental. Qualquer ferramenta de geração de imagens com IA produz volume. O que a Pupila entrega é diferente: um Brand Studio configurado com a identidade específica da marca — paleta, estilo fotográfico, composição, representação — como camada permanente de geração. O modelo não produz imagens genéricas com a cor BP aplicada por cima. Ele produz imagens que nascem dentro do DNA BP.
O momento de clareza para o time veio quando viram as primeiras imagens geradas com o estilo configurado:

Imagens com diversidade brasileira real. Com o calor humano característico. Com a paleta vibrante sem parecer artificial. Imagens que eram inequivocamente BP.
O Brand Studio foi configurado para reproduzir fielmente o DNA visual da BP: paleta de roxo e laranja vibrante, estilo fotográfico com diversidade brasileira autêntica, calor humano e composições que carregam o “viés mais realista” que diferencia a marca no setor de saúde. Com o brandbook integrado como camada de geração, cada imagem produzida nasce no padrão BP. A BP gerou 5.234 imagens on-brand em 11 meses, com 18 criadores diferentes mantendo consistência visual em todos os projetos.
A Pupila foi além da imagem estática. A BP completou 50 vídeos e 376 tarefas de copywriting na plataforma — textos com tom de voz alinhado ao posicionamento da marca, materiais dinâmicos para diferentes canais. Uma identidade que antes dependia de fotografia passou a se estender para todos os formatos de comunicação, com o mesmo nível de consistência.
O que começou no time central de comunicação se expandiu sem campanha interna, sem treinamento forçado. RH e Projetos Sociais pediram acesso depois de verem os materiais produzidos. Hoje, 79 usuários de múltiplas áreas da BP estão cadastrados na plataforma — criando materiais que carregam o DNA BP independentemente de quem os produziu.

A BP criou 5.234 imagens com DNA BP em 11 meses de operação no Brand Studio — com 18 criadores diferentes mantendo o mesmo padrão visual. Além das imagens, produziu 50 vídeos e completou 376 tarefas de copywriting, totalizando mais de 5.600 peças criativas com identidade BP preservada. A plataforma registrou 984 downloads — assets que saíram da Pupila e foram para comunicação real, em eventos, apresentações e campanhas.
Em 11 meses, a BP passou de um time central usando a plataforma para 79 usuários cadastrados em múltiplas áreas da organização. Em abril de 2026 — segundo maior mês de produção da conta — 9 usuários de áreas diferentes criaram 886 assets. A expansão não foi forçada. Foi consequência da qualidade percebida.
Roberta Landucci, do time da BP, criou uma apresentação sobre o histórico da instituição para o time de CRM — recheada de imagens geradas no Brand Studio. O feedback do time foi espontâneo: “Nossa, Lu, que apresentação legal! Que imagens bonitas!” — sem saber a origem, sem questionar a qualidade, reconhecendo imediatamente a identidade.
O Kit de Natal da BP seguiu o mesmo caminho: uma imagem de ceia gerada na Pupila, descrita internamente como “bem calorosa, tinha diversidade”. Colaboradores elogiaram. A marca foi reconhecida. A ferramenta, invisível.

A BP já demonstrou que a Pupila vai além do time de comunicação central. RH e Projetos Sociais operam na plataforma. O passo seguinte natural é expandir para as sub-marcas da instituição — BP Mirantes, BP Pesquisa, BP Vital, BP Medicina Diagnóstica, BP Educação — cada uma com identidade específica dentro do guarda-chuva BP, todas produzindo comunicação no padrão da marca.
A meta que isso abre: uma organização com 166 anos e identidade visual única, onde qualquer área consegue criar comunicação que parece BP. Não parece gerado por IA. Parece BP.
O Brand Studio codifica as diretrizes visuais da marca — paleta, estilo fotográfico, composição, representação — como parâmetros nativos de geração. Cada imagem produzida parte do DNA da marca, não de um template genérico com a identidade aplicada depois. Para marcas com identidade tão específica quanto a BP — paleta vibrante, representação brasileira, estilo fotográfico próprio — essa diferença define se o resultado é reconhecível como BP ou poderia ser de qualquer outra empresa.
A BP usa o Brand Studio para imagem, vídeo e copywriting. Em 11 meses, produziu 5.234 imagens, 50 vídeos e completou 376 tarefas de copywriting — todos com a identidade visual e verbal da marca preservada. A Pupila funciona como hub de produção criativa on-brand, não apenas como gerador de imagens.
A BP tem 79 usuários cadastrados de múltiplas áreas — comunicação, RH, Projetos Sociais — sem que todos tenham formação em design. O brandbook funciona como guia embutido na geração, o que significa que o resultado carrega a identidade da marca independentemente de quem produziu. A expansão para outras áreas aconteceu organicamente, sem treinamento forçado.
A BP produziu seus primeiros assets em maio de 2025 e já em junho do mesmo mês tinha 414 imagens geradas com 5 usuários ativos. A curva de adoção foi rápida porque o valor percebido foi imediato: na primeira apresentação de materiais para stakeholders internos, a reação espontânea foi de surpresa com a qualidade.
A BP — com mais de 166 anos de história, maior hub privado de saúde da América Latina e uma das identidades visuais mais distintivas do setor — usa o Pupila Brand Studio como infraestrutura de produção criativa. A plataforma permite que instituições de saúde mantenham sua identidade específica em escala, sem depender de banco de imagens genérico.
Fundada em 1859 por imigrantes portugueses, a BP é hoje o maior hub privado de saúde da América Latina. Com mais de 166 anos de história, a instituição reúne hospitais, centros de medicina diagnóstica, unidades de pesquisa e educação em saúde sob uma identidade visual única no setor: paleta vibrante de roxo e laranja, tom vivaz e estética que comunica acolhimento e vitalidade. A BP opera em São Paulo e atende pacientes de todo o Brasil.
Pupila é uma plataforma de brand technology com IA que combina inteligência de marca com inteligência artificial — permitindo que equipes de marketing criem conteúdo visual e escrito on-brand em escala, sem escolher entre consistência e velocidade.
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